Considero-me exótica: gosto do estranho, do diferente, do que muitos na minha idade não gostam e vice versa. É como se eu fosse de outro lugar, perdida em um mundo que não combina comigo, rodeada daquilo que menos prezo, sentindo frio no extremo verão, sentindo vazio no meio da multidão, observando o que não gosto, tentando afastar-me do que mais me irrita, querendo apenas a melodia da caixinha de música, doce e relaxante, que acalma o meu coração e alivia a alma. Por alguns minutos eu vivo: quando escrevo e quando ouço a minha melodia preferida.
Às vezes acho que fiz algo de muito errado em outra vida, por ser tão diferente de todos, inclusive dos meus pais.
Viver se torna difícil quando esse mundo não lhe pertence e não combina com o seu modo de viver tão peculiar e exótico.
Sinto dores de cabeça, inquietação no estômago, pensamentos embaralhados em um mar de solidão. Não é bem tristeza que sinto, é uma espécie de decepção com os valores que o mundo preza comparados aos meus.
Ando por aí, vejo pessoas, socializo com uma certa dificuldade em festas que não pertencem ao meu mundo interior. Sorrio para não precisar dar qualquer explicação que não vale o esforço.
À noite, da janela do meu quarto, as estrelas parecem mais interessantes, o céu infinito parece combinar com a minha paz interior e o vento leve da noite fresca me envolve em seus braços como colo de mãe.
Gosto do calar da noite, de andar na chuva ao som das batidas do meu coração alegre, por estar sentindo os pingos da chuva molharem meu rosto, sendo assim, estar vivendo.
Coisas simples me encantam, a natureza encanta-me. É como se eu precisasse apenas de alguns mantimentos e de uma linda floresta com cheiro de mato molhado, com cheiro de vida!
O que resta fazer é lutar por alguns objetivos ao meu alcance e ajudar a curar ferimentos físicos, mentais e espirituais de pessoas tão necessitadas da cura. Pois curar é simples quando se tem fé e amor pelo ser humano. Dedicação é tudo.
A vida pode ser incrível se eu quiser, basta ir atrás do que realmente me interessa. E assim que reencontrar o caminho que devo seguir, continuarei andando ao encontro do meu existencial, do que me faz bem, mesmo sendo alguém tão diferente da maioria. Pois é assim que sou: simples como o vento, rara como tempestade de estrelas, misteriosa como o flutuar de uma borboleta lilás em seu voo deslumbrante.
Acredito no amor de Julieta, no sonho de viver como um homem normal do Corcunda de Notre Dame, na tentativa persistente de Allan Kardec convencer o mundo da vida e da alma além do que os nossos olhos podem ver. E, por fim, no amor de Deus como meu pai, na grande missão que me espera daqui para frente.
Filme para assistir: Into the wild (Na natureza selvagem)
"Também sei o quanto é importante na vida não necessariamente ser forte, mas sentir-se forte."
"Se você quer algo na vida, estenda a mão e agarre."
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Castigo
Por vezes pagamos caro pelos erros que cometemos. Por vezes, não obteremos mais algo pela simples ignorância de ter agido errado.
Como forma de castigo, um certo alguém sempre volta a tirar a paz e a tranquilidade dos meus sentimentos, transformando tudo como um furacão feroz dentro da mente. E como se não bastasse, o tal do destino sempre se encarrega de proporcionar as "coincidências" e os encontros inesperados.
Sem qualquer explicação a dar, o coração revive algo que nem teve ou quase teve em relação a alguém e, com um erro causado pela própria desfaçatez, os desejos ficam reprimidos e ocultos, jogados em qualquer espaço entre a razão e a emoção.
O castigo é tão grande que chega ser impossível evitar o inevitável: aquele olhar terno e ressentido de alguém que jamais esquecerá o meu erro cometido, aquela mão macia que sinto justo quando não posso senti-la, o sorriso de garoto de quem ainda sente ao menos amizade. Como se não faltasse mais nada para acontecer, descubro que está acompanhado da sua mais nova "menina". Com um tanto de prazer e vingança, vem me dizer mais do que rapidamente de que ela "não foi boba o suficiente pra não tê-lo recebido como eu mesma tive a ousadia de fazer". É claro que não foram essas as palavras, mas o que disse soava até pior que isso. Ao voltar para casa fiquei remoendo lembranças, conversas agradáveis e um adeus eterno ao coração daquele homem.
Arrisco-me a desafiar o destino e ver até quando pretende provocar mais encontros inesperados que fazem reacender todas as sensações e sentimentos adormecidos, dos quais tanto relutei pra tratar de esquecer.
Às vezes fico pensando se é válida aquela frase "E mesmo sorrindo por aí, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos".
Como forma de castigo, um certo alguém sempre volta a tirar a paz e a tranquilidade dos meus sentimentos, transformando tudo como um furacão feroz dentro da mente. E como se não bastasse, o tal do destino sempre se encarrega de proporcionar as "coincidências" e os encontros inesperados.
Sem qualquer explicação a dar, o coração revive algo que nem teve ou quase teve em relação a alguém e, com um erro causado pela própria desfaçatez, os desejos ficam reprimidos e ocultos, jogados em qualquer espaço entre a razão e a emoção.
O castigo é tão grande que chega ser impossível evitar o inevitável: aquele olhar terno e ressentido de alguém que jamais esquecerá o meu erro cometido, aquela mão macia que sinto justo quando não posso senti-la, o sorriso de garoto de quem ainda sente ao menos amizade. Como se não faltasse mais nada para acontecer, descubro que está acompanhado da sua mais nova "menina". Com um tanto de prazer e vingança, vem me dizer mais do que rapidamente de que ela "não foi boba o suficiente pra não tê-lo recebido como eu mesma tive a ousadia de fazer". É claro que não foram essas as palavras, mas o que disse soava até pior que isso. Ao voltar para casa fiquei remoendo lembranças, conversas agradáveis e um adeus eterno ao coração daquele homem.
Arrisco-me a desafiar o destino e ver até quando pretende provocar mais encontros inesperados que fazem reacender todas as sensações e sentimentos adormecidos, dos quais tanto relutei pra tratar de esquecer.
Às vezes fico pensando se é válida aquela frase "E mesmo sorrindo por aí, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos".
sábado, 18 de fevereiro de 2012
18 anos comparados aos 81.
No auge da juventude, algumas pessoas sentem-se velhas, com a visão prejudicada, a inaptidão para festas tão badaladas e ouvidos surdos diante da menor vontade de ouvir o inútil, o fútil.
O hábito da leitura é a única coisa que lhe resta, o escrever é um dos poucos prazeres capaz de sentir, e a solidão? A solidão seria o fim do "tentar viver" e o começo do "deixar a vida te levar" ou melhor "ir vivendo".
Num instante percebe-se que todos ao seu redor se divertem, inclusive os mais velhos de idade, na visão de jovens eternos. E no auge de seus 18 anos, a "velhice" lhe acomoda a vida, como se perdesse o gosto por namorar, conhecer novos desafios, novas multidões, prazeres irresistíveis.
São 18 anos comparados aos 81. Corpo de jovem com o olhar de idoso. E para alguns psicólogos ou psiquiatras isso chamaria-se depressão, ou algum novo diagnóstico?
É como se arriscar fosse perigoso demais para a fraqueza que possui, ou que não tenha força suficiente para lutar contra todos os empecilhos em sua vida. Talvez um carma? Ficar olhando a vida passar e a festa acontecer diante da janela do seu quarto.
E ao olhar em seu interior, com as próprias mãos arrancar o coração, como se não o precisasse mais. O olhar finito da limitação quase escassa de alegria. Os ossos fracos, os músculos inutilizados e o amor inoportuno e inválido ao hipotálamo.
É como se pai e filho trocassem os papéis: O pai sai no sábado à noite ao encontro do amor, o filho fica em casa contando os minutos finais do conúbio com a sua dor.
O hábito da leitura é a única coisa que lhe resta, o escrever é um dos poucos prazeres capaz de sentir, e a solidão? A solidão seria o fim do "tentar viver" e o começo do "deixar a vida te levar" ou melhor "ir vivendo".
Num instante percebe-se que todos ao seu redor se divertem, inclusive os mais velhos de idade, na visão de jovens eternos. E no auge de seus 18 anos, a "velhice" lhe acomoda a vida, como se perdesse o gosto por namorar, conhecer novos desafios, novas multidões, prazeres irresistíveis.
São 18 anos comparados aos 81. Corpo de jovem com o olhar de idoso. E para alguns psicólogos ou psiquiatras isso chamaria-se depressão, ou algum novo diagnóstico?
É como se arriscar fosse perigoso demais para a fraqueza que possui, ou que não tenha força suficiente para lutar contra todos os empecilhos em sua vida. Talvez um carma? Ficar olhando a vida passar e a festa acontecer diante da janela do seu quarto.
E ao olhar em seu interior, com as próprias mãos arrancar o coração, como se não o precisasse mais. O olhar finito da limitação quase escassa de alegria. Os ossos fracos, os músculos inutilizados e o amor inoportuno e inválido ao hipotálamo.
É como se pai e filho trocassem os papéis: O pai sai no sábado à noite ao encontro do amor, o filho fica em casa contando os minutos finais do conúbio com a sua dor.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Amor à moda antiga
Sem nada pra fazer em uma sexta à noite, com um bom livro em mãos e olhando para a lua iluminando o céu, comecei a refletir sobre o amor à moda antiga. Ao folhear as páginas de tal livro, logo li sobre como era um namoro há algumas décadas. “Moça que deixasse segurar a mão em público estava, pois, com a reputação comprometida.” “Beijo, só depois de alguns meses: um beijo furtivo, no recuo do portão ou atrás de uma árvore, era a próxima etapa a conquistar, só se pensava nisso. E nesse dia a alma embandeirada decretava para o namoro um feriado nacional.” Sábias palavras de Fernando Sabino.
Lendo palavras assim, começo a me perguntar:
Por que banalizaram o namoro, o amor?
Pois dependendo da velocidade que anda certos namoros e certas pessoas que encontramos, simplesmente as coisas perdem a graça mais cedo, dando a sensação de que já usufruiu de tudo de bom que tinha naquela pessoa/namoro e nada mais parece ser emocionante. Alguns dizem que pra um relacionamento durar é preciso “revolucionar” o sexo a cada tempo, é preciso sair da rotina, buscar novas aventuras com o parceiro. Tudo isso é válido pra a outra pessoa não se interessar pela “mulher” alheia? E quando ouço falar da tamanha dificuldade que é morar junto, ou do esforço que ambos devem fazer para se adaptar com as diferenças do outro... Por que as avançadas etapas de um namoro se tornaram tão acessíveis? Pra ficar chato com o tempo, pra ficar enjoativo, pra um dos dois sair mais magoado no fim da história.
Talvez eu esteja enganada ou quem sabe eu nem tenha tido experiência suficiente pra dar tais opiniões. Mas então por que os livros “Coisas que mulheres inteligentes precisam saber” “como atrair o amor da sua vida” “Deixe os homens aos seus pés” “fuja da rotina” têm sido tão vendidos atualmente? Pra mim, isso é sinal de que há alguma coisa errada com os relacionamentos. Talvez tamanha liberdade alcançada? Pessoas que realmente não sabem lidar com essa “tal” liberdade, pois é o que vejo ao sair pelas baladas à noite: pessoas sozinhas, vazias, em busca de um amor duradouro, mas que não dura algumas horas num flerte transitório. Ou então ter se tornado comum pegar o telefone, ou melhor, o “e-mail” e nem sequer ir atrás no dia seguinte, deixando o bobo ou a boba a espera daquela pessoa encantada que não passa de mais alguém que não sabe o significado da conquista.
Realmente pra um bom escritor talvez tenha sido preferível a solidão, ao ter que lidar com amores evasivos. Para um romântico atual, tem sido difícil ter que lidar com tantas pessoas supérfluas que mal dão significância ao amor, tão raro tem sido o encontro com alguém verdadeiro e puro, nem se fala em tempos de carnaval, período em que as chances chegam a quase zero de encontrar a pessoa “certa”, se é que o “lema” do carnaval não tem perdurado para o ano todo: Solteiro sim, sozinho nunca. Pra ser sincera, é o que mais tenho ouvido por aí, o orgulho de ser solteiro, o orgulho de ter várias conquistas e não se prender a ninguém. Por onde anda os eternos amantes? Pessoas passíveis de amor, abertas a um romance? E de repente me deparo com a letra absurda de uma música “Tá afim de um romance compra um livro.” Como assim? Agora pra viver um romance é só no papel? Na imaginação e na história contada por outro alguém? Realmente preciso de uma boa dose de uísque e muita paciência para que o amor volte ou quem sabe esperança para que o amor venha.
Lendo palavras assim, começo a me perguntar:
Por que banalizaram o namoro, o amor?
Pois dependendo da velocidade que anda certos namoros e certas pessoas que encontramos, simplesmente as coisas perdem a graça mais cedo, dando a sensação de que já usufruiu de tudo de bom que tinha naquela pessoa/namoro e nada mais parece ser emocionante. Alguns dizem que pra um relacionamento durar é preciso “revolucionar” o sexo a cada tempo, é preciso sair da rotina, buscar novas aventuras com o parceiro. Tudo isso é válido pra a outra pessoa não se interessar pela “mulher” alheia? E quando ouço falar da tamanha dificuldade que é morar junto, ou do esforço que ambos devem fazer para se adaptar com as diferenças do outro... Por que as avançadas etapas de um namoro se tornaram tão acessíveis? Pra ficar chato com o tempo, pra ficar enjoativo, pra um dos dois sair mais magoado no fim da história.
Talvez eu esteja enganada ou quem sabe eu nem tenha tido experiência suficiente pra dar tais opiniões. Mas então por que os livros “Coisas que mulheres inteligentes precisam saber” “como atrair o amor da sua vida” “Deixe os homens aos seus pés” “fuja da rotina” têm sido tão vendidos atualmente? Pra mim, isso é sinal de que há alguma coisa errada com os relacionamentos. Talvez tamanha liberdade alcançada? Pessoas que realmente não sabem lidar com essa “tal” liberdade, pois é o que vejo ao sair pelas baladas à noite: pessoas sozinhas, vazias, em busca de um amor duradouro, mas que não dura algumas horas num flerte transitório. Ou então ter se tornado comum pegar o telefone, ou melhor, o “e-mail” e nem sequer ir atrás no dia seguinte, deixando o bobo ou a boba a espera daquela pessoa encantada que não passa de mais alguém que não sabe o significado da conquista.
Realmente pra um bom escritor talvez tenha sido preferível a solidão, ao ter que lidar com amores evasivos. Para um romântico atual, tem sido difícil ter que lidar com tantas pessoas supérfluas que mal dão significância ao amor, tão raro tem sido o encontro com alguém verdadeiro e puro, nem se fala em tempos de carnaval, período em que as chances chegam a quase zero de encontrar a pessoa “certa”, se é que o “lema” do carnaval não tem perdurado para o ano todo: Solteiro sim, sozinho nunca. Pra ser sincera, é o que mais tenho ouvido por aí, o orgulho de ser solteiro, o orgulho de ter várias conquistas e não se prender a ninguém. Por onde anda os eternos amantes? Pessoas passíveis de amor, abertas a um romance? E de repente me deparo com a letra absurda de uma música “Tá afim de um romance compra um livro.” Como assim? Agora pra viver um romance é só no papel? Na imaginação e na história contada por outro alguém? Realmente preciso de uma boa dose de uísque e muita paciência para que o amor volte ou quem sabe esperança para que o amor venha.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
O preço de um sonho
Decidir o que ser quando crescer nunca foi fácil. Mais difícil ainda é quando você já cresceu e está na hora de tomar um rumo na vida. Rumo esse que ninguém estará junto contigo, e é então que você perde todos os privilégios que tinha quando morava com algum responsável. Ninguém mais aceita lhe dar roupa lavada, casa e comida se você não trabalhar ou não decidir que profissão seguir. Mais difícil ainda é quando você escolhe uma profissão que lhe exige muito estudo, esforço e dedicação. E que pra chegar lá você terá que percorrer muito chão.
É então que você percebe que está sozinho. Seus pais lhe soltam no mundo a fora e seja o que Deus quiser. Não é uma questão de viver, é uma questão de sobrevivência: ou você corre atrás, sofre no começo, se priva de muitas coisas para alcançar seu sonho ou a vida lhe mostra como você é um "nada" diante da sociedade.
Eu sei, no começo você chora, você esperneia, você reluta, e em casos mais extremos até perde a vontade de viver. Mas a única pessoa capaz de transformar a sua vida, nem que pra isso tenha que ser com trabalho árduo, é apenas VOCÊ.
Em alguns casos você deixa de ir naquela festa que tanto esperava, deixa de namorar aquela pessoa que, na maioria dos casos, não vai entender o tempo e dedicação que você precisa pra alcançar esse sonho. Deixa de conhecer aquela pessoa especial, pois sabe que para esse sonho se concretizar é preciso dedicação total.
Algumas vezes o cansaço aparece, o desânimo é quase que incontrolável, a autoestima é quase zero. Mas você tem que ser forte. Agora é só você e você! Agora você vai se sacrificar para um dia ter a alegria absoluta, a sensação da vitória e o orgulho que será só seu.
Você vai se perguntar: Mas é tanto sofrimento, será que vou conseguir focar? Será que alcançarei o meu objetivo depois de tanto me sacrificar?
Meu amigo, a resposta está estampada na cara de muita gente que um dia esteve exatamente no seu lugar, e se isso lhe servir de consolo alguns estavam até pior. Mas eles manteram pulso firme, bateram o pé, deixaram muita gente de lado, mostraram para todos aqueles fracassados que insistiam para que desistissem desse tal sonho, que qualquer pessoa é capaz sim de alcançar tudo o que almeja, independente do tamanho que for esse sonho. É importante que tenha garra, determinação, foco e, principalmente, ao acordar todos os dias, olhe no espelho e diga o quanto se ama e quão longe você já chegou e chegará! Seja forte meu amigo, seja forte e mostre que você é mais do que todos um dia puderam imaginar que você seria: Um guerreiro, um vitorioso.
É então que você percebe que está sozinho. Seus pais lhe soltam no mundo a fora e seja o que Deus quiser. Não é uma questão de viver, é uma questão de sobrevivência: ou você corre atrás, sofre no começo, se priva de muitas coisas para alcançar seu sonho ou a vida lhe mostra como você é um "nada" diante da sociedade.
Eu sei, no começo você chora, você esperneia, você reluta, e em casos mais extremos até perde a vontade de viver. Mas a única pessoa capaz de transformar a sua vida, nem que pra isso tenha que ser com trabalho árduo, é apenas VOCÊ.
Em alguns casos você deixa de ir naquela festa que tanto esperava, deixa de namorar aquela pessoa que, na maioria dos casos, não vai entender o tempo e dedicação que você precisa pra alcançar esse sonho. Deixa de conhecer aquela pessoa especial, pois sabe que para esse sonho se concretizar é preciso dedicação total.
Algumas vezes o cansaço aparece, o desânimo é quase que incontrolável, a autoestima é quase zero. Mas você tem que ser forte. Agora é só você e você! Agora você vai se sacrificar para um dia ter a alegria absoluta, a sensação da vitória e o orgulho que será só seu.
Você vai se perguntar: Mas é tanto sofrimento, será que vou conseguir focar? Será que alcançarei o meu objetivo depois de tanto me sacrificar?
Meu amigo, a resposta está estampada na cara de muita gente que um dia esteve exatamente no seu lugar, e se isso lhe servir de consolo alguns estavam até pior. Mas eles manteram pulso firme, bateram o pé, deixaram muita gente de lado, mostraram para todos aqueles fracassados que insistiam para que desistissem desse tal sonho, que qualquer pessoa é capaz sim de alcançar tudo o que almeja, independente do tamanho que for esse sonho. É importante que tenha garra, determinação, foco e, principalmente, ao acordar todos os dias, olhe no espelho e diga o quanto se ama e quão longe você já chegou e chegará! Seja forte meu amigo, seja forte e mostre que você é mais do que todos um dia puderam imaginar que você seria: Um guerreiro, um vitorioso.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Amigo raro
Hoje dei-me conta da falta que sinto de um amigo tão especial que sempre esteve disposto a cuidar do meu coração e me proteger de todos aqueles que poderiam vir a me prejudicar. Descobri, então, que algumas desavenças e confusões não são pareis para o nosso laço tão forte de amizade e cumplicidade. Quando deito a cabeça em meu travesseiro antes de dormir, lembro-me desse amigo, um dos poucos que confio com os olhos fechados e sei que jamais seria capaz de me fazer mal algum. Depois de tantas histórias juntos, desabafos, confidências, conselhos, diversões, risos e até lágrimas compartilhadas, percebi que nosso histórico e tamanha amizade não é assim tão comum, posso dizer que é uma amizade rara, uma irmandade não de sangue, mas se pudesse assim ser, seria. Tamanha amizade capaz de enfrentar preconceitos e mostrar para todos que amizade verdadeira entre homem e mulher existe, pois somos a prova disso.
Esse meu amigo faria do meu mundo um conto de fadas só para ver-me sempre com um sorriso no rosto e meu coração coberto de alegria. Tenho tanto a agradecer por tudo que tem feito por mim e por ter me cuidado com tanta destreza. Como eu poderia deixar essa amizade por tão pouco? Como eu poderia deixar de lado um amigo? Fazendo, portanto, que o mal vença diante do bem que possuímos em nossos corações?
Eu costumava dizer que nossos corações eram raros, eram de tamanho amor pelo próximo que poucos teriam esse "dom" para amar. Resultado disso, é a nossa ingenuidade diante de pessoas tão maliciosas, capazes de nos enganar, de derramar lágrimas de nossos olhos por um longo tempo e nos fazer acreditar num amor que pra tais pessoas era superficial ou uma brincadeira sem graça. Sei que fomos testemunhas de tantos amores incrédulos e crueis, fomos protagonistas dessas novelas tão reais.
De tanto bem que o quero, sinto que ele foi um anjo enviado para me cuidar e estar ao meu lado nas horas difíceis que tenho passado e para mostrar que existem pessoas verdadeiras, corajosas e que o amor puro e "mágico" existe sim! Pois sempre acreditei que no meio de tanta dor, tanta guerra, tantas desavenças e crueldades, existe um amor capaz de transformar o mundo e tranformar guerra em paz, dor em liberdade.
Há coisas que, de tão milagrosas que aconteceram em nossas vidas, fazem-me acreditar realmente em destino e que nada é por acaso. Porque, realmente, esse meu grande amigo, meu irmão, não apareceu por acaso. Ele tem feito a minha evolução aqui na terra - tenho crescido, amadurecido e me preparado a cada dia para que eu possa ajudar as pessoas necessitadas de amor e compaixão. Meu companheirinho para todas as horas, meu querubim, tem estado me guiando na estrada da vida e tem me ajudado a desviar de pedras enormes no meio do caminho.
Destas palavras que escrevo não seriam nem 10% do amor que sinto por esse meu grande amigo, nenhum gesto meu seria suficiente comparado ao tamanho da minha gratidão por essa pessoa maravilhosa participar com tanta eficácia nos dias de minha vida. Espero estar uma vida inteira ao lado dessa pessoa, espero que na velhice ele ainda tenha força em suas pernas para me visitar, tenha a visão quase perfeita para enxergar tudo de bom que ele tem feito na minha vida, tenha coordenação nos braços e nas mãos para folhear um antigo álbum de fotos das nossas histórias do passado e por fim, tenha muita saúde pra me acompanhar até o último suspiro.
Dedico essa mensagem a um grande irmão que pude ter a honra de escolher para atravessar todas as fases da vida e ajudar-me na dispersão do amor pelo mundo.
Esse meu amigo faria do meu mundo um conto de fadas só para ver-me sempre com um sorriso no rosto e meu coração coberto de alegria. Tenho tanto a agradecer por tudo que tem feito por mim e por ter me cuidado com tanta destreza. Como eu poderia deixar essa amizade por tão pouco? Como eu poderia deixar de lado um amigo? Fazendo, portanto, que o mal vença diante do bem que possuímos em nossos corações?
Eu costumava dizer que nossos corações eram raros, eram de tamanho amor pelo próximo que poucos teriam esse "dom" para amar. Resultado disso, é a nossa ingenuidade diante de pessoas tão maliciosas, capazes de nos enganar, de derramar lágrimas de nossos olhos por um longo tempo e nos fazer acreditar num amor que pra tais pessoas era superficial ou uma brincadeira sem graça. Sei que fomos testemunhas de tantos amores incrédulos e crueis, fomos protagonistas dessas novelas tão reais.
De tanto bem que o quero, sinto que ele foi um anjo enviado para me cuidar e estar ao meu lado nas horas difíceis que tenho passado e para mostrar que existem pessoas verdadeiras, corajosas e que o amor puro e "mágico" existe sim! Pois sempre acreditei que no meio de tanta dor, tanta guerra, tantas desavenças e crueldades, existe um amor capaz de transformar o mundo e tranformar guerra em paz, dor em liberdade.
Há coisas que, de tão milagrosas que aconteceram em nossas vidas, fazem-me acreditar realmente em destino e que nada é por acaso. Porque, realmente, esse meu grande amigo, meu irmão, não apareceu por acaso. Ele tem feito a minha evolução aqui na terra - tenho crescido, amadurecido e me preparado a cada dia para que eu possa ajudar as pessoas necessitadas de amor e compaixão. Meu companheirinho para todas as horas, meu querubim, tem estado me guiando na estrada da vida e tem me ajudado a desviar de pedras enormes no meio do caminho.
Destas palavras que escrevo não seriam nem 10% do amor que sinto por esse meu grande amigo, nenhum gesto meu seria suficiente comparado ao tamanho da minha gratidão por essa pessoa maravilhosa participar com tanta eficácia nos dias de minha vida. Espero estar uma vida inteira ao lado dessa pessoa, espero que na velhice ele ainda tenha força em suas pernas para me visitar, tenha a visão quase perfeita para enxergar tudo de bom que ele tem feito na minha vida, tenha coordenação nos braços e nas mãos para folhear um antigo álbum de fotos das nossas histórias do passado e por fim, tenha muita saúde pra me acompanhar até o último suspiro.
Dedico essa mensagem a um grande irmão que pude ter a honra de escolher para atravessar todas as fases da vida e ajudar-me na dispersão do amor pelo mundo.
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