sábado, 4 de dezembro de 2010

Falta de justiça.


Ainda insisto na minha capacidade imperfeita de acreditar em pessoas tão insensíveis, cheias de vida obscura dentro delas. Insisto em ver o que já se foi perdido há muito tempo, em alguma década de mudanças desastrosas, em que tudo se tornou insolúvel ao se tratar de bem-aventurança.
Sinto minha alma queimar como o corpo em tempos de febre que me levam à uma convulsão ao pensar em dias melhores.
Como é possível tanta injustiça e ver os bons que ainda restam, parados como uma pedra de mármore? E nada os faria movimentar em prol de uma mundo menos ferido por garras tão impiedosas de seres que jamais deveriam ser chamador de humanos. Eu vivo nessa de querer mudar e no fim, acabar uma completa inútil, inválida e sem o dever cumprido.
Sou "pouco" no meio de tantos indivíduos sujos pelas suas próprias atitudes medíucres de levar a vida, vida essa que se constrói em cima de sonhos destruídos com suas próprias mãos, dores causadas através do uso indevido da voz, sentimentos destruídos por entre as suas injúrias, violência moral causada por você! E ainda me pergunto: Como conseguem ser felizes e mostrar sua face marcada de desafetos e maldade discritiva, achando que está tudo bem? Que faz o bem?
Eu prefiro parar de escrever quando o meu peito desfalece com tanta impontencialidade diante da frieza que se toma em corações pouco merecidos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário