segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A esperança do amor


Visão dormente de um mundo sem escrúpulos.
Olhos de um gavião que não está pronto para voar.
A noite cai e já não está aqui. Ou melhor... Nunca esteve!
Sonhos que não passaram de apenas sonhos.
Imaginação tão fértil, capaz de me fazer acreditar. Acreditar nos meus contos de fadas tão irreais quanto as fábulas.
Venha como a luz na escuridão,
você que ainda não se identificou.
Que apenas invade meu pensamento tão ingênuo e emocional.
Brilhante como a explosão de um vulcão... Inesperada como uma erupção.
É assim que eu quero que venha, e é assim que não vem.
Não deixe-me perder em braços incertos e sonhos errados. Com essa sua demora, essa sua trapalhada pra chegar.
Eu já perdi a esperança de você, mas ela ainda não morreu diante de mim, e ainda vem me procurar com uma certa indecência em persuadir meus pensamentos novamente.
Não sei se acredito, mas sei que quando essa luz chegar, avassaladora no vácuo, eu vou saber acreditar...

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