quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

E no ano de 2011,


peça humildemente para Deus fazer o Ser Humano aprender a amar.

Cuidado!


Você pode estar rodeada de cobras. Por enquanto elas são mancinhas, mas quando você se distrair, elas te darão o bote!

Querido Papai Noel,


eu só te peço que dê um novo coração pra todos os seres humanos maldosos que destruíram o coração puro do homem bom.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A esperança do amor


Visão dormente de um mundo sem escrúpulos.
Olhos de um gavião que não está pronto para voar.
A noite cai e já não está aqui. Ou melhor... Nunca esteve!
Sonhos que não passaram de apenas sonhos.
Imaginação tão fértil, capaz de me fazer acreditar. Acreditar nos meus contos de fadas tão irreais quanto as fábulas.
Venha como a luz na escuridão,
você que ainda não se identificou.
Que apenas invade meu pensamento tão ingênuo e emocional.
Brilhante como a explosão de um vulcão... Inesperada como uma erupção.
É assim que eu quero que venha, e é assim que não vem.
Não deixe-me perder em braços incertos e sonhos errados. Com essa sua demora, essa sua trapalhada pra chegar.
Eu já perdi a esperança de você, mas ela ainda não morreu diante de mim, e ainda vem me procurar com uma certa indecência em persuadir meus pensamentos novamente.
Não sei se acredito, mas sei que quando essa luz chegar, avassaladora no vácuo, eu vou saber acreditar...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010


"Antes fôssemos como as borboletas
e vivêssemos só três dias de verão -
três dias assim com você
que eu preencheria de tanto prazer
que cinquenta anos normais
jamais poderiam conter. ”

John Keats

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Era só um sonho?


Cheguei em casa pontualmente ao meio-dia, logo após uma manhã cheia no colégio. Passei em passos largos pelo corredor da casa em direção ao meu quarto.
Naquele dia, 10 de setembro, eu havia comprado um livro que tanto desejava. Abri a primeira página... E foi então que eu ficava fascinada, cada vez mais, a cada página folheada. Mas, de repente, fui tomada por um sono tão grande, que acabei dormindo.
Eu estava andando num imenso gramado, em um campo extenso e muito florido. Vi algumas casas bem afastadas, lindíssimas e grandes. Desde então, eu não havia visto ninguém, até ver um rapaz ao longe... Sentado em uma pedra enorme na beirada de um lago. Ao lado, tinha uma árvore com folhas na cor alaranjada, que caíam lentamente na corredeira.
Ele parecia muito pensativo, o rapaz. Então aos poucos fui me aproximando e sentei ao seu lado na enorme pedra. Ele virou o rosto com tanta naturalidade em minha direção, como se já tivesse me visto ali.
- Eu sabia que você vinha! Ele exclamou.
Olhando um pouco confusa nos olhos do rapaz, indaguei. - Sabia?
- Sim, há muito tempo tenho te procurado, mas ainda não te encontrei na minha nova encarnação. Ele sorriu, e ao mesmo tempo fui invadida por uma paz tão grande que nem ao menos sei como descrever.
- Então você também acredita? Perguntei um pouco eufórica.
- Acredito sim! Ele respondeu e me olhou convicto do que tinha acabado de dizer...
- Você não sabe como tenho te esperado, sozinha, insegura. Falei com uma voz um pouco tímida.
- Na hora certa vamos nos encontrar, e você saberá! Ele respondeu me envolvendo com um olhar tão doce e sincero...
Foi então que eu acordei.

Sonhar...


É voar sem ter asas, sentir seus pés flutuarem - Mas estarem no chão.
[Brenda Zanchet]

Não tenha medo de errar o caminho, sempre há tempo para recomeçar.
[Brenda Zanchet]

sábado, 4 de dezembro de 2010

Falta de justiça.


Ainda insisto na minha capacidade imperfeita de acreditar em pessoas tão insensíveis, cheias de vida obscura dentro delas. Insisto em ver o que já se foi perdido há muito tempo, em alguma década de mudanças desastrosas, em que tudo se tornou insolúvel ao se tratar de bem-aventurança.
Sinto minha alma queimar como o corpo em tempos de febre que me levam à uma convulsão ao pensar em dias melhores.
Como é possível tanta injustiça e ver os bons que ainda restam, parados como uma pedra de mármore? E nada os faria movimentar em prol de uma mundo menos ferido por garras tão impiedosas de seres que jamais deveriam ser chamador de humanos. Eu vivo nessa de querer mudar e no fim, acabar uma completa inútil, inválida e sem o dever cumprido.
Sou "pouco" no meio de tantos indivíduos sujos pelas suas próprias atitudes medíucres de levar a vida, vida essa que se constrói em cima de sonhos destruídos com suas próprias mãos, dores causadas através do uso indevido da voz, sentimentos destruídos por entre as suas injúrias, violência moral causada por você! E ainda me pergunto: Como conseguem ser felizes e mostrar sua face marcada de desafetos e maldade discritiva, achando que está tudo bem? Que faz o bem?
Eu prefiro parar de escrever quando o meu peito desfalece com tanta impontencialidade diante da frieza que se toma em corações pouco merecidos.

Tamanha Ingratidão.


Eu poderia tratar de dizer em simples palavras a dor que me causa sem explicação. Que em momentos inoportunos, vai chegando sem razão.
Seria fácil chorar todas as minhas feridas e mostrá-las em carne viva, em uma pequena gota de lágrima que cai no chão.
Mas não valeria o esforço de gritar ao mundo tamanha depressão. Pois, sequer o mundo é capaz de ter compreensão.
Pessoas tão frias e tão individualistas no século em que vivemos, tão pouco enxergariam a dor do seu companheiro; e se assim pudessem, não seriam capazes de dar o afeto devido.
Como entender o jogo da vida em tamanha ingratidão? Sonhos que vagam pelo espaço, buscando uma saída na imensidão.
Como falar de qualidades? Se as poucas que ainda restam se perdem no caminho da longa estrada da vida, e assim lhe mostra quão fraco e inútil você é.
Quantas vezes já não se perguntou - O que acontece comigo, quem eu sou? Sou o maior castigo de mim mesmo e assim me vou.
Vou para o desapego do amor e da compaixão. É assim que encontro um fim para um nada em pleno tempo de sofrimento e seres sem coração.

Medo do futuro da minha vida


É tempo de mudança, é tempo de escolha, é tempo de chegada...
Na reta final de uma criança, a decisão para uma vida inteira que será assim profetizada.
São tantos sonhos e a incapacidade de realizá-los. Por que é tão difícil ser alguém melhor? Por que é tão difícil lutar pelos seus objetivos?
Eu sempre quis esse momento de final de colegial, mas chegou tão rápido e me sinto um nada, no chão, e com medo do futuro da minha vida.
Quem dera se tudo fosse do meu jeito, se as escolhas fossem mais fáceis. Ah, com certeza eu chegava lá!
Sinto um forte desespero, uma angústia muito grande e uma palpitação no lado esquerdo do meu peito. Eu quero diversão, quero motivos que me deem prazer; quero um abraço eterno e um consolo infinito para os meus medos tão indefinidos.
Me sinto só, e é assim que tem que ser. A vida é um jogo e só eu posso decidir por mim mesma, só eu posso me defender.
Ainda tento fazer a jogada, com a esperança de ganhar de virada. Mas as armas são poucas e eu me sinto inferiorizada. Sei que tenho tudo para vencer, só preciso descobrir o segredo da minha força e, assim, conseguir o que mais almejo. O que eu mais quero é ser feliz, isso é tudo que eu sempre quis!