Noite infâme
Loucura sem medida
Pessoas de personalidade oposta a minha.
Eu sou eu: sentada a meia-luz da sala, tomando meu café e escrevendo.
Não tente me entender
Não tente me amar
Sou um mistério pra mim,
Difícil de desvendar.
O melhor carinho é o que faço em mim
O melhor ouvinte é o meu cão
A melhor conversa é o meu silêncio
Eu guardo lembranças, eu coleciono momentos.
Às vezes prefiro a solidão
Louca? Não.
Loucos são esses que caem na indecência da madrugada.
Eu analiso, eu tiro conclusões.
Observo cada detalhe de várias aptidões.
Na ocasião do meu acalanto, eu chamo, eu clamo, eu não amo, eu engano.
Se é pra amar por partes, ter sentimentos por momentos, eu prefiro ser indiferente e amar a companhia do ausente.
Não sou feita pra durar um momento, o meu negócio é a longo prazo.
Suma da minha frente; outro, outrém.
Me acostumei com o abandono, com o ninguém.
Meus devaneios, minha sina, minha inata mania do pensar diferente.
Eu vivo hoje, mas guardo para sempre.
muito bom!
ResponderExcluirlindo!
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