quinta-feira, 14 de julho de 2011


Recomeço daqui, vou sumir com a pobre coitada que mora dentro de mim.
É inegável dizer que no passado caí nas armadilhas mais cruéis.
E hoje eu tomei uma decisão perigosa... Que assusta algumas pessoas e que outras criticam.
Hoje eu tomei a decisão de não sentir, ser indiferente, sorrir por fora sem ter nada dentro. Um oco que me sufoca menos que a dor. Um vazio que me manterá viva até os meus últimos dias, que me fará ter mais autossuficiência.
Estou no escuro do meu corpo, na penumbra do meu coração.
Eu não vou ver o sol hoje, ele se escondeu respeitando a minha mudança.
As cicatrizes desaparecem com o tempo, pra que eu possa voltar como a imagem de uma fênix.
O meu mistério vai estar no meu olhar, vai te acompanhar e te deixar sem chão.
Mas entenda, eu não estou aberta pra prepotência.

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