quinta-feira, 22 de julho de 2010

Minha confusão.

Preciso de muito, ou talvez de uma vida inteira para descobrir o mistério que vive em mim.
É incrivelmente assustador amar e não saber se ama, sentir medo e ao mesmo tempo coragem. Gostar de sentir um aperto no coração, em alguns momentos.
Até mesmo me contrariar logo depois de alguma coisa que eu recém falei.
É como se sentir presa em um casulo, indiscutivelmente doida para se libertar de um mundo preto e branco para um mundo cheio de cores vibrantes que expressam muito mais que fantasia. A realidade de sonhos que, pra muitos, não saem da imaginação.
Eu amo sentir a minha doce loucura sem fronteiras onde eu posso criar, sonhar e fazer acontecer sem me importar com as consequências e a opinião de um mundo clichê sem cura para o que chamamos de qualidade de vida ou a essência da longevidade.
Eu quero ir mais além do que posso, desvendar os segredos e o que há de mais incrível e tentador dentro de cada coração que se fechou, mas com uma insaciável vontade de se libertar e mostrar a cara limpa pro mundo.
É essa falta de coragem das pessoas que me leva em uma extrema nostalgia. Eu quero um mundo novo, uma realidade nova. Uma vibração mais intensa em cada olhar, que no momento, se esconde em sua própria órbita cheia de regras e insanidade fatal.

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